Câmera registra momento em que mulher sofre infarto durante exercício em academia

Uma câmera de segurança de academia de ginástica em Noosaville (Queensland, Austrália) flagrou o momento em que Emily Counter, de 21 anos, sofreu um infarto quando se exercitava em uma academia.

Funcionários da Anytime Fitness Noosa correram rapidamente em socorro de Emily. Graças ao uso do desfibrilador, a australiana foi levada com vida a um hospital próximo, onde ficou em coma por três dias.

Emily é socorrida por funcionários da academia na Austrália Emily é socorrida por funcionários da academia na Austrália Foto: Reprodução/Facebook
Médicos descobriram que Emily tem uma anomalia na origem da artéria coronária esquerda, uma condição que afeta uma pessoa a cada 300 mil.

“Antes de acontecer, eu estava com dor no peito e com dificuldade para respirar. Se não fosse o desfibrilador eu teria morrido”, contou Emily ao “Courier Mail”. O incidente ocorreu quatro meses atrás.

Após tratamento e cirurgia, Emily já tem autorização médica para voltar para a academia. O que fazer em caso de infarto Caso a pessoa suspeite que está tendo um é importante que mantenha a calma e que ligue para uma ambulância imediatamente em vez de ignorar os sintomas e esperar que os sintomas passem.

É fundamental procurar atendimento médico com urgência, pois o diagnóstico precoce e tratamento adequados são indispensáveis para o sucesso no tratamento.

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Quando um infarto é percebido com antecedência, o médico poderá prescrever medicamentos que dissolvam os coágulos que impedem a passagem de sangue para o coração, prevenindo o surgimento de mazelas irreversíveis.

Em alguns casos, pode ser necessário realizar um procedimento cirúrgico para revascularização do músculo cardíaco, que pode ser feito através de cirurgia torácica ou de radiologia intervencionista.

Ataque cardíaco pode ser desencadeado pelo exercício físico

Exercícios físicos pesados podem às vezes desencadear um ataque cardíaco, particularmente em pessoas que normalmente levam uma vida sedentária, relatam pesquisadores da Suécia.

O risco de ataque cardíaco foi seis vezes mais alto durante atividades extenuantes do que durante atividades leves ou repouso, de acordo com os resultados do estudo de aproximadamente 700 homens e mulheres que sofreram um primeiro ataque cardíaco.

Fonte; boasaude e Jornal Extra