Mangueira traz ‘Jesus mulher’ no desfile e revolta os internautas

A maior festa popular brasileira já começou, o carnaval, onde uma multidão de pessoas se reúnem para festejar e prestigiar os desfiles das escolas de samba.

O domingo (23), foi o primeiro dia de desfile, e contou com grandes atrações no sambódromo do Rio de Janeiro.

A atual campeã, Mangueira, entrou no pista com temas voltados para a desigualdade social.

Fora isso, demais escolas de samba abordaram vários assuntos polêmicos como, criticas ao presidente do Brasil e “falsos profetas”.

A escola iniciou o percurso dos carros alegóricos com a imagem de Jesus Cristo em corpo de mulher e causou nas redes sociais.

O desfile teve ainda uma estátua gigante mostrando um jovem Jesus negro crucificado e referências a indígenas, mulheres e membros da comunidade LGBT.

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Ao postar interpretação Leandro Vieira garante que “uma rainha pode mais do que só sambar”. Evelyn estava à frente da bateria e ela esteve com o corpo quase todo coberto.

Carnaval 2020 tá diferente, uma rainha de bateria quase toda tampada e sem sambar. Neste domingo (23/02) a rainha de bateria Evelyn Basto faz inovação na escola do samba Mangueira. Ela inovou ao substituir o samba no pé por interpretação, na Marquês de Sapucaí ela deu vida a um Jesus mulher.

Evelyn Bastos, atual rainha da Mangueira, dispara dizendo que “Jesus pode sim, ser de todos os gêneros”.

Continuando com seu discurso ela diz também que:

“Se fossemos ensinados desde cedo que Jesus poderia ser uma mulher, não teríamos tantos problemas, como a discriminação a esse tema, por exemplo”. Ressaltou a rainha da bateria da Mangueira.

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O carnavalesco Leandro Vieira, foi entrevistado e disse que a intenção da escola foi trazer “algo novo, fugindo do tradicional e da mesmice”, disse ele.